ética, filosofia, sociedade

Direitos Humanos: Sim, eu sou a favor

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Quem acompanha meu blog há algum tempo sabe que eu decididamente não sou de esquerda. Apesar do movimento de direitos humanos hoje ter sido apropriado indebitamente pela esquerda (sempre a monopolista das virtudes), os movimentos “comunistas” ou “socialistas” foram e ainda são responsáveis por algumas das piores barbáries da história, como ainda é na Coréia do Norte, praticamente uma Auschwitz contemporânea, que raramente é lembrada.

Portanto não se preocupe, não sou desses “especialistas” folcaultianos que aparecem nos painéis da Globo News para defender que criminosos (especialmente menores de idade) são pobrezinhos que cometeram crimes apenas porque foram feitos assim pela sociedade, mas na verdade não têm maldade nenhuma no coração e podem ser reeducados para viverem de forma honesta. Não, eu não sou tonto. Apesar de definitivamente não acreditar em livre arbítrio (ou seja, ninguém é realmente “livre” para cometer crimes ou não), sei muito bem que uma enorme parcela destas pessoas que estão atrás das grades, descontando os que são inocentes presos por erros da Justiça, lá está por atos que cometeram por malícia ou indiferença à dignidade e aos direitos de suas vítimas, e muitas destas vítimas também são pessoas pobres, ou que nasceram sem recursos, mas nem por isso se tornaram ladrões ou assassinos, nem quiseram se juntar ao tráfico ou a qualquer organização criminosa. Então sim: Em geral, bandido é safado, e nem todos os casos são recuperáveis. Prisão perpétua ou pena de morte é a única solução correta para vários dos casos, em especial aqueles em que o criminoso é um psicopata (tendo a defender mais a prisão perpétua, mas essencialmente elas têm o mesmo resultado). Nem por isto eu acho que estes bandidos mereçam sofrer absolutamente todo e qualquer sofrimento imaginável, ou que eles devam ser despidos de todos os seus direitos, não apenas de sua liberdade, e tratados pior do que animais. Isto não é justiça, é puro sadismo, e não traz bem algum à sociedade.

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